Obscuras transparências
"Você chegou a existir?."
sábado, 16 de janeiro de 2016
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Sensação
{13 e 14 de Junho. Dois dias cheios de amor. Uma criança mudou o astral de uma casa em apenas dois dias. Foi minha linda prima que veio transbordar de amor e alegria os corações dos habitantes dessa casa. Sua ingenuidade e leveza afrouxou a rigidez e} a seriedade presente. Um olhar perene, uma fala enrolada, sem timidez, sem distorção. Assim são as crianças. Assim que deveríamos ser. Quando ela foi embora ficou a saudade, ficou a sensação da alegria, da fragilidade, da redenção. Aflorou novas perspectivas de viver, de sonhar. Meu coração ficou apertado de tanto amor, cheguei a dormir para guardar esse momento. As crianças reanimam as possibilidade de existência. Justamente nos dias em que o amor se fez mais presente (dias dos namorados e dia de Santo Antônio)veio o amor dessa boneca revirar nossos sentimentos.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Eu,negra mulher, consciente da minha ancestralidade, gozando de uma vida confortável, exercendo meus direitos civis e pessoais, me vejo em alguns momentos parada,sufocada,angustiada, como se a qualquer momento alguém fosse me colocar novamente no tronco. Chamo esse momento de retrocesso para o boicote.
terça-feira, 14 de abril de 2015
Desencontros da vida
Eu preciso escrever sobre isso. Me sinto tão bem. Sei que vai passar, mas o fato é que não fiquei triste ou enciumada. Achei bonitos, perfeitos um para o outro. Agora finalmente entendo. Agora me sinto liberta. As coisas não são como eu sinto, estão muito além. Fique estagnada num sentimento que só existia para mim. Vive intensamente ele. Mas terminamos, como tudo termina nessa vida. Não vou dizer que não penso. Penso, mas como algo que já foi realizado. Realizado nas minhas fantasias, nos meus desejos... Foi profundo e também um aprendizado, pois os sentimentos sempre estão fora do nosso controle. Foi uma prova que precisei passar para algo que virá. Algo mais intenso, verdadeiro e recíproco. Confesso que foi torturante, doeu... Revoltante. Eu me perguntava várias vezes por que não eu. Colocava a culpa nele. Ninguém é culpado. São os desencontros que a vida dá. Os instintos só trouxe o que era latente de outras vidas. Sensível, eu não consegui fugir.
segunda-feira, 2 de março de 2015
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