quarta-feira, 6 de maio de 2015

Eu,negra mulher, consciente da minha ancestralidade, gozando de uma vida confortável, exercendo  meus direitos civis e pessoais, me vejo em alguns momentos parada,sufocada,angustiada, como se a qualquer momento alguém fosse me colocar novamente no tronco. Chamo esse momento de retrocesso para o boicote.